26 de mai. de 2016

Creci e PCR Apresentam a Lei N. 18.199/15

Foi apresentada na tarde da última quarta-feira(18/05), no auditório do Creci de Pernambuco, a Lei já em vigor N. 18.199/2015, que dispõe sobre a obrigatoriedade da instalação de painel nos edifícios residenciais e comerciais no município do Recife para afixação de placas, com a presença do Prefeito da PCR Geraldo Júlio, do autor da Lei, o vereador Wilton Brito, do Conselheiro Federal Petrus Mendonça, do Presidente desta Autarquia Luiz Guedes, do Vice-presidente do Sindimoveis Lourenço Novais, do Presidente do Secovi Elisio Junior, do Representante da OAB-PE Augusto Locio, do Secretário de Governo do Recife Sileno Guedes, do Secretário de Assuntos Jurídicos da PCR Ricardo Correia, da Assessora da Secretario de Mobilidade e Controle Urbano Emilia Avelino, dos Conselheiros da Regional e da Categoria interessada.

Em seu discurso, o Prefeito falou primeiro da figura indispensável dos Consultores de Imóveis (como ele se referiu aos profissionais) nas transações imobiliárias, e em seguida da importância para sociedade e para categoria de Leis como estas, que permitem a utilização devida desta ferramenta de divulgação (placas), sem agressão ao meio ambiente e preservação da limpeza urbana. 

A ocasião também foi marcada pela explanação dada por Brito e Mendonça sobre os principais elementos que justificaram a criação da regulamentação N 18.199/2015, cujo objetivo além de tudo, foi fomentar os negócios imobiliários e beneficiar á população recifense.

5 de mai. de 2016

Veja como fazer uma luminária com efeito “escama de peixe”

As luminárias estão ganhando cada vez mais espaço na decoração dos ambientes. Para quem não quer gastar muito, a dica é investir no faça você mesmo! Já pensou em ter uma luminária totalmente personalizada em casa? Pensando nisso a lojista Fernanda, daloja Comilu, do Elo7 criou um passo a passo para deixar a luminária com o aspecto de escama de peixe.
Confira abaixo os materias necessário dessa luminária que pode ser pendurada tanto por cordas quanto por fios, e ainda por cima decorar os mais diversos ambientes. Veja mais.

Materiais:

materiais
Com materiais simples é possível criar escamas de peixe para customizar luminárias (Foto: Fernanda/Elo7)
• Tesoura
• 30 folhas de papel branco gramatura 110-120 (papel couchê)
• Uma tampa de 5-6cm diâmetro
• Lápis
• Tingidor de roupa nas cores de sua preferência
• Óleo mineral
• Parafina
• Cola quente e pistola
• Uma lanterna japonesa 30 ou 40cm branca

Passo a Passo

escamas
Passo 1: Corte as escamas. Comece desenhando a forma da tampa no papel couchê. Empilhe as folhas e corte várias escamas de uma vez. Você vai precisar de 200 escamas para uma lanterna de 30cm e 360 para uma de 40cm (Foto: Fernanda/Elo7)

tingimento
Passo 2: Tingimento. As escamas devem ir para uma bacia com o corante de sua preferência e água fervente. Deixe até chegar a cor desejada. Deixe secar (Foto: Fernanda/Elo7)

parafina
Passo 3: Camada de parafina. Mergulhe cada escama em uma panela onde você derreteu a parafina. Deixe uma borda sem para poder aplicar a cola. A parafina vai ser textura e deixar com que a luz passe melhor pelo papel (Foto: Fernanda/Elo7)
secagem
Passo 4: Espere secar. Distribua as escamas em uma superfície plana como pedras ou madeira usada. Espere a parafina secar para começar a colagem (Foto: Fernanda/Elo7)
colagem
Passo 5: Colagem. Aqueça sua pistola de silicone, aplique na borda sem parafina da escama e vá encaixando as escamas na lanterna. Eu comecei de baixo para cima (Foto: Fernanda/Elo7)

finalizada
Passo 6: Finalização. Deixe a camada de cima sempre cobrindo a camada de baixo. Conecte a lâmpada no suporte interno da lanterna e pendure sua luminária (Foto: Fernanda/Elo7)

Fonte: Revista Zap

É possível utilizar o FGTS para comprar um imóvel para outra pessoa.

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ser sacado para alguns fins e o mais comum é para a compra de um imóvel. Porém, é preciso ter bastante atenção na hora de utilizar o dinheiro com esta finalidade, já que existem muitas regras a serem seguidas. Uma das dúvidas frequentes é se é possível utilizar o benefício para comprar um imóvel para outra pessoa. Aqui, esclarecemos o assunto.
O primeiro ponto em questão é que o FGTS só pode ser utilizado para a compra de um imóvel para moradia. Ou seja, se a ideia é adquirir o apartamento ou casa para investimento ou um imóvel comercial, não é possível usar o fundo. A segunda questão atrelada a esta é que, para usar o FGTS, é preciso ser proprietário do imóvel.
Logo, isto implica que não se pode sacar o fundo para comprar um apartamento ou casa para uma terceira pessoa. Porém, em contrapartida, é possível mais de uma pessoa utilizar o dinheiro para adquirir um imóvel. “Isso pode acontecer desde que todas as pessoas estejam dentro da propriedade do bem, ou seja, todos devem ter os nomes constando como proprietários”, explica Rodrigo Karpat, advogado imobiliário e consultor em condomínios.
Para comprar um imóvel em conjunto usando o FGTS, apesar de ser comum entre pais e filhos, não é necessário grau de parentesco. Isso pode ser feito por marido e esposa ou até mesmo por um casal que tem uma união estável. “A única questão é que precisa seguir as regras da Caixa Econômica Federal e que o imóvel esteja no nome de todos com o percentual que cada um se propôs a pagar”, afirma José Roberto de Araújo Neves, contador e professor de Contábeis da faculdade Esuda.
Em outro caso, se o proprietário comprou o imóvel quando ainda era solteiro e agora deseja usar o FGTS do cônjuge para amortizar as prestações do financiamento, isso é possível, porém somente se o dono declarar que parte do imóvel pertence ao parceiro. Vale ressaltar ainda que isso só é possível se, pelas regras do uso do fundo, o cônjuge não possuir outro imóvel em seu nome.
É importante ter consciência que as regras devem ser seguidas à risca, já que, quem não cumpri-las e for descoberto, pode ser processado por estelionato e terá que devolver o dinheiro do FGTS.

REGRAS PARA USAR O FGTS:

– Não ter financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação em nenhum lugar do Brasil;
– Não ser proprietário de imóvel residencial no município onde pretende comprar o novo;
– Trabalhar ou morar no município em que fica o imóvel a ser comprado;
– O imóvel deve ser urbano, residencial e destinado à moradia do trabalhador;
– O imóvel não pode custar mais que R$ 750 mil (Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo) e R$ 650 mil nos demais estados.
 Fonte: Revista Zap

Condomínio fechado é maior segurança


É cada vez mais comum agregar ao sonho da casa própria a ideia de segurança, espaço e privacidade. Basta acompanhar o mercado imobiliário e perceber o crescimento na quantidade de condomínios que foram construídos nos últimos anos. Porém, ainda assim, uma questão que pesa é a imagem que viver em um condomínio fechado acaba influenciando muito mais no bolso. É preciso colocar na ponta do lápis os custos e os benefícios para analisar se realmente a ideia de ter uma casa em um condomínio sai mais cara.
O condomínio é o primeiro valor que deve ser analisado, antes mesmo de comprar o imóvel, afinal de contas, ele é o principal custo direto. “Geralmente, os custos para a compra de uma casa em um condomínio ou fora, como de financiamento, registro e ITBI são iguais. O valor mensal do condomínio é que pode variar”, explica a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários.
Porém, o valor do condomínio inclui uma série de agregados que, no final das contas, são divididos pelo número de condôminos, como a questão da segurança e dos inúmeros itens de lazer que costumam estar inclusos. “É preciso lembrar que, em um condomínio, a segurança, limpeza, área comum, energia, tudo está incluso no valor do condomínio e por isso ele pode até ser mais caro. Mas se a pessoa for viver em uma casa na rua também vai precisar pagar por estes serviços à parte. Assim que a variação dos custos acabam se assemelhando”, ressalta Flávio Prando, vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing do Secovi-SP.
Para o economista Marcelo Barros, o que acontece é um valor agregado por conta da economia de aglomerações. “Dentro disso, existe uma questão positiva porque no condomínio existem bens coletivos que podem ser usufruidos por todos e os custos e manutenções são rateados. Se você mora em uma casa fora de um condomínio, vai precisar arcar com despesas com segurança, por exemplo, sozinho”, reforça.
Outra questão a ser pensada é em relação às manutenções. Os condomínios se preocupam com isso e, em caso de morar em uma casa fora de um condomínio, será que a preocupação é a mesma? “A casa se deprecia ano a ano e quanto é preciso gastar com reforma? Muito provavelmente o proprietário de uma casa fora de um condomínio não vai investir nisso todo ano, vai deixando para lá e existe uma depreciação no imóvel”, alerta Daniele.

Atenção

Se a ideia é comprar uma casa em um condomínio novo, é importante ficar atento a alguns outros detalhes. Neste caso, pode existir a necessidade de investir em infraestrutura, como em cerca elétrica, câmeras de segurança e fibra óptica para instalação de interfones e internet via cabo, por exemplo.
Esses são custos que podem ser incoroporados à mensalidade do condomínio, seja temporariamente ou até que o serviço seja pago. Além disso, alguns condomínios podem exigir um padrão de construção, que pode acabar custando mais.
Para os investidores também é preciso mais atenção para a compra de casas em condomínios fechados . “Uma casa fora do condomínio, enquanto não consegue alugar ou vender, não precisa arcar com custos. Já com uma casa em um condomínio, é preciso pagar a taxa de condomínio durante todo o tempo que ela esteja desocupada”, analisa Marcelo Barros.
Fonte: Revista Zap

Confira maneiras diferentes de arrumar a cama

Se antes precisávamos pensar em tintas e móveis para mudar a cara do quarto, hoje, com um pouco de criatividade, é possível dar ‘roupa nova’ para a peça central de qualquer quarto sem grandes investimentos. Como? Apostando em jeitos diferentes e criativos de arrumar a cama de todo santo dia. ”
Temos tanto material acessível em tutoriais de “Faça você mesmo” – o chamado Do it Yourself – que com criatividade a gente consegue promover mudanças lindas e, o melhor: feitas por nós!”, diz a blogueira Cris Cardoso, especialista em dicas de artesanato e decoração.

Criatividade nas almofadas

Está querendo dar uma mudada no visual, mas não quer investir alto em jogo de cama? Experimente transformar camisetas e camisas em almofadas divertidas e criativas para deixar a sua cama com uma ‘roupa’ diferente e super alto astral. “Aqui, o mais fácil é vestir a almofada com a peça de roupa e finalizar de forma criativa, se não tiver máquina de costura, dobrando a sobra para dentro, usando elásticos, nózinhos ou clips”, explica a blogueira. Vale, inclusive, aproveitar aquela almofada antiga ou o travesseiro que ninguém mais usa para dormir como enchimento.

Sobreposições

Não é só a moda que vive de sobreposições. A cama também tem seu momento glamour no chamado ‘efeito cebola’, a técnica de se vestir em camadas. No caso da roupa de cama, a arrumação começa com o lençol de base e se estende na coordenação do lençol de cobrir, edredom, travesseiros e almofadas. Tudo em camadas.

Cama com alma de sofá

Com o tamanho dos cômodos de dormir cada vez mais reduzidos, muita gente opta pela praticidade de ter a cama com alma de sofá. Nestes casos, aposte em almofadas que funcionem como encosto quando você precisar do ‘sofá’ e travesseiro, na hora de dormir.

Quarto sem graça? Jamais

Investir em roupa de cama colorida e mesclar figuras é uma excelente maneira de dar uma cara nova ao ambiente sem comprometer móveis e demais objetos de decoração. O chamado mix de estampas já resolve a situação. “É muito mais prático (e acessível) mexer em cores de peças pequenas do que comprometer uma parede inteira”, afirma Cris.

Clima de aconchego
Os trabalhos handmade (feitos à mão) imprimem uma atmosfera totalmente aconchegante e cheia de estilo. Almofadas, rolos de encostar e mantinhas feitas de tricô e crochet dão muita personalidade à arrumação da cama e viram destaque em qualquer cômodo. “São charmosos, super em alta e alegram qualquer ambiente, aposta certeira!”, diz a blogueira.

Fonte: Revista Zap

preço médio do m² se mantém estável por dois meses consecutivos

Confira o valor médio do m² do mês de abril nas principais cidades do Brasil
Segundo relatório deste mês do FipeZAP, a média do preço dos imóveis permaneceu estável em abril, com variação de apenas 0,07% em relação ao preço registrado em março.

O valor médio do m² em abril foi de R$ 7.619. A pesquisa realizada pelo índice FipeZAP acompanha o preço de venda dos imóveis em 20 cidades brasileiras. Rio de Janeiro se mantem como a cidade com o m² mais caro do País (R$ 10.340), seguida por São Paulo (R$ 8.623). Já as cidades brasileiras com menor valor médio por m² foram: Contagem (R$ 3.544) e Goiânia (R$ 4.261).

Nos últimos 12 meses, o índice FipeZAP registrou crescimento acumulada de 0,21%, atingindo em abril a menor variação registrada na série histórica. A inflação esperada para o IPCA neste período foi de 9,19%, e o preço médio anunciado do m² apresentou queda real de 8,23%. Todas as cidades brasileiras que compõem o índice registraram variação inferior à inflação esperada nos últimos doze meses, sendo que em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Niterói e Distrito Federal , houve queda nominal.
Segundo Eduardo Zylberstajn, economista da FipeZAP, “A queda nominal de preços reflete a percepção dos vendedores de que o mercado imobiliário passa por um momento negativo, em linha com o que vemos em todo o restante da economia.”
Quando analisadas individualmente, sete das vinte cidades pesquisadas tiveram variação negativa e em outros 13 municípios apresentaram aumento. Em Curitiba e Vitória o aumento dos preços em abril superou a inflação esperada pelo IPCA/IBGE (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo/ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para o mesmo mês, segundo Boletim Focus do Banco Central do Brasil.

Fonte: Revista Zap